Viajantes

Longe de casa, o cartão é a morada médica.

Benguela, Huambo, Lubango ou um município sem nome na placa: quem socorre não tem o número da família. O Cartão SOS no porta-documentos e o verso manuscrito cobrem a rede fraca e a espera mais longa.

A estrada nacional não tem «em frente ao Maxi»

O operador do 116 precisa de sentido, marco quilométrico e estado das vítimas. O guia do blog explica a ordem das chamadas (116, 115, 111). O cartão não encurta o quilómetro: evita que o paramédico chegue a uma pessoa sem nome e sem sangue.

Porta-documentos, capacete, carteira

Uma via no porta-documentos do carro, outra na carteira, outra no capacete se for moto. Não dependa só do ecrã de bloqueio: sem bateria não há QR no telemóvel. A primeira leitura precisa de rede; por isso o verso do cartão impresso leva grupo sanguíneo e um telefone, letra grande.

Família e crianças na mesma viagem

Cada pessoa leva o próprio QR. Uma conta gere vários perfis. Idosos e crianças não devem ficar só no telemóvel do condutor. Se os alertas de leitura estiverem ligados, a família pode receber o sítio de quem leu o cartão — isso não substitui o 116.

Turistas em Angola

Quem visita o país também beneficia de uma ficha que qualquer câmara lê. Não é um seguro de evacuação nem um acordo com um hospital provincial. É o mínimo que o viajante controla antes de sair: nome, sangue, a quem ligar. O kit mecânico e a água continuam a ser outro artigo.

Perguntas frequentes

Funciona fora de Angola?

Qualquer câmara lê o código. A primeira abertura da ficha precisa de internet. Fora da rede angolana o verso manuscrito continua a ser o plano B. Não prometemos encaminhamento para clínicas noutro país.

Que números gravar no telemóvel?

116 (INEMA) e 115 (Bombeiros). O 111 (CISP) e o 113 (Polícia) quando precisar de mais do que uma corporação. O Cartão SOS não é um número de emergência.

É pago?

Não. Criar a ficha é gratuito para o utente.

Crie o cartão antes de sair

Imprima, escreva o sangue no verso, teste a leitura ainda com rede.