Quem treina sozinho precisa de uma ficha que viaje com o corpo.
Ciclista na Marginal, corredor às 05h, jogo no bairro: se houver queda ou desmaio, o telemóvel fica no bolso trancado. O Cartão SOS no peito, no guiador ou no cinto mostra o sangue e a família.
O treino isolado é o cenário, não o hospital
Muita gente treina antes do trânsito ou em zonas com pouco movimento. Quem para para ajudar precisa de um contacto, não de adivinhar. O Cartão SOS não substitui aquecimento, hidratação nem o 116: é a identificação quando o atleta não responde.
Onde o código sobrevive ao suor
Pulseira, cinto de corrida, autocolante no guiador ou no capacete da bicicleta, cartão na bolsa do peito. Evite só o ecrã de bloqueio — no chão o telemóvel pode estar longe. Se treinar de moto ou bicicleta na via, o mesmo princípio do capacete: o QR tem de estar à vista sem despir o atleta.
O que escrever se há asma ou alergia
Nome, grupo sanguíneo, alergias, uma nota curta se houver asma ou condição relevante para o socorro, e um telefone 24h. Não faça da ficha um diário de treinos. Não imprima o BI completo. O detalhe clínico pode ficar atrás de PIN.
Alguém em casa a saber que saiu
Peça a um familiar para estar nos contactos e, se quiser, ligue os alertas de leitura. Isso avisa quem escolheu; não chama o INEMA por si. Teste a leitura com a câmara antes da próxima saída longa.
Perguntas frequentes
Serve para provas e clubes?
Sim, cada atleta leva o seu QR. Um clube que queira gerir a equipa fala connosco como instituição — sem tabela de preços nesta página.
E se treinar sem rede?
A primeira leitura do QR precisa de dados móveis. Escreva no verso do cartão o grupo sanguíneo e um telefone. O guia para estradas fora de Luanda explica o mesmo plano B.
É pago?
Não. Criar a ficha é gratuito para o utente.
Leve o cartão no próximo treino
Três minutos para a ficha. Cole o QR onde o corpo vai — não só no telemóvel.