Quando a memória falha, a ficha não pode falhar.
Um cartão no pulso ou no peito diz à pessoa que ajuda quem é o seu familiar, a quem ligar e o que não administrar. A mesma conta cria o perfil do pai, da mãe ou do avô - sem app para o socorrista.
O risco não é só o hospital: é a rua
Quem vive com falhas de memória pode sair de casa e não saber o caminho de volta, em Luanda ou no município. Um cidadão que encontre a pessoa precisa de um contacto, não de adivinhar. O Cartão SOS mostra o essencial à primeira leitura. Não substitui o acompanhamento clínico nem a polícia: acelera o aviso à família.
Modo desaparecido: o que a família activa
Na conta, o responsável pode ligar o modo desaparecido. Quando alguém lê o cartão, a família pode receber indicação do sítio da leitura e o cidadão vê uma mensagem sua - por exemplo, para manter a pessoa segura e ligar de imediato. Use isto só quando a busca está activa. Os perfis de emergência em /p/ não são páginas para o Google indexar.
O que escrever na ficha do idoso
Nome, um ou dois telefones de quem responde 24h, grupo sanguíneo, alergias, medicação contínua (só o necessário para o socorro) e uma nota curta: «fala pouco», «diabetes», «usa bengala». Não imprima o BI completo. Dados mais sensíveis ficam no cofre com PIN, para o médico no hospital - não para quem ajuda na rua.
Pulseira, fio ou cartão no bolso interior
O código tem de ser encontrado por um desconhecido. Pulseira, cordão visível ou cartão numa carteira de peito funcionam melhor do que um telemóvel que a pessoa pode não levar. Teste a leitura em casa. Uma conta familiar gere o perfil do idoso e o seu, lado a lado.
Perguntas frequentes
Quem cria o cartão se o idoso não usa internet?
Um filho ou cuidador cria a conta, preenche o perfil e imprime o QR. O idoso só precisa de levar o cartão ou a pulseira. A ficha actualiza-se na conta, sem reimprimir, se mudar o telefone.
O modo desaparecido está sempre ligado?
Não. Liga-se quando a família está à procura. Desligue quando a pessoa estiver em segurança, para não gerar alertas desnecessários.
Isto substitui o mural de desaparecidos?
Não. O mural público em /desaparecidos é para partilha comunitária. A ficha no cartão é o que o socorrista lê no momento. São ferramentas diferentes; nenhuma publica dados clínicos no Google.
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Uma conta. Vários perfis. Imprima e coloque à vista - pulso, peito ou carteira.